segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Naviraí, Naviraí

Cidade simpática, agradável, hospitaleira, braços abertos para receber os migrantes de todas as partes do Brasil que para cá se deslocaram, procurando construir seu futuro.
E, nesta luta de todos, a pequena vila transformou-se, cresceu.Aqueles que a visitam pela primeira vez, se encantam com a beleza de seu traçado de avenidas convergindo até a praça central da cidade, Filinto Muller “Prefeito Euclides Fabris”.É, de fato, um traçado que denota união, convergência de forças e de trabalho para o bem único da comunidade.
De pequena e acanhada Vila pertencente primeiro ao Município de Dourados e depois ao Município de Caarapó, rodeadas de serrarias (em 1972 chegou a ter 30 delas só na zona urbana, que com seus sons estridentes e personalíssimos, chamavam os trabalhadores de madrugada).
As Avenidas Weimar Torres, Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Iguatemi, Amélia Fukuda, eram um areião. Nossos pés a afundar nesta terra que dificultava cada passo. E quando chovia... a lama nos cobria o pé até o tornozelo!Não havia eletricidade. Andávamos de lanternas pelas ruas, iluminando caminhos.Em noites de luar, o nosso céu era o mais estrelado.
A Claridade das estrelas filtrava por entre as nuvens e iluminava nossas ruas sem asfalto. O cine Marabá, com seu serviço de alto-falantes, jogava no ar a programação do dia, das 12:30 às 13:00 horas e a noite, antes do inicio do espetáculo que era anunciado com o toque de uma sirene.
E quando do falecimento de entes queridos ao som da musica Ave Maria, nós naviraienses tomávamos conhecimento da noticia através dele. Depois veio um serviço de alto-falantes, localizado ali na Avenida Weimar Torres, esquina com a Rua Alagoas, onde o Eston Ramos e Depois o Sr. Wilson Andreaza, enchiam o ar com suas vozes muito bem postadas, a serviço da comunidade. Atendiam pedidos musicais, faziam propagandas comerciais, brincavam com os seus ouvintes em vários tipos de programação; era o serviço de Publicidade Brasil.
A juventude de Naviraí se encontrava numa pequena Lanchonete chamada “Nosso Cantinho”, localizada na esquina da Av. Campo Grande com a Rua Ozaka.
Seus proprietários proporcionavam a estes jovens um ambiente amigo, sadio, onde se podia dançar, tocar violão, cantar e de onde partiam as grandes serenatas.Nessa lanchonete também se reuniam aqueles que se preocupavam e fazima planos para o desenvolvimento de Naviraí. Quantos sonhos ali foram construídos....Os bailes da cidade era realizados no salão paroquial.
No sábado à noite, após a missa das 19:00 horas, o pessoal arrumava as mesas, ajeitava o bar. Tudo num espírito de compreensão e ajuda. Após o baile, tínhamos que limpar o salão, colocar as cadeiras e deixar tudo pronto para a missa das 08:00 horas da manha. Famílias participavam, junto com os filhos, destes bailes; tudo em comunidade.Foi por esta época que surgiu o primeiro conjunto musical de Naviraí : O navi Som 5, que abrilhantou inúmeras brincadeiras dançantes promovidas por alunos das escolas.

Hércules Lopes Borges
herculeslb@msn.com
herculeslb@gmail.com

Fonte: Extraído do livro ensaios para uma história de Maria de Lourdes Silva Colado Barreto.


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

SELETA em Naviraí


A Seleta Sociedade Caritativa e Humanitária, por abreviatura "S:S :C:H" é uma instituição de carater social e filantropico, destinada a disseminar a instrução e propagar os principios morais que regem a civilização e que pregam a solidariedade humana.
Fundadas nestes principios, a Seleta Nasceu em Naviraí no dia 18 de fevereiro de 1978, quando realizou-se no forum local, a primeira reunião preparatória, em que diversas autoridades da cidade se fizeram presentes.
Seguiram outras reuniões e no final de abril de 1978, foram iniciados os seguintes cidadãos: Edno José Mendes Messias, Rufino Arrifa Tigre Neto, Francisco Alves Martins, Antonio Carlos Siufi Hindo, Antonio Carlos Moraes e Ronald de Almeida Cançado, Rafhael Chociai e Edson de Araujo Menezes.
A Seleta Recebeu em doação do Sr Antonio Augusto dos Santos, uma quadra de terra, com 8.100 m², locaçozada no bairro Varjão. Em 1979, dado o impulso arrojado de seus associados, ja contava com uma escola de madeira com duas trumas de 1º grau e mobral. Esta escola passou a denominar-se "Escola 11 de Novembro".
(Seleta - Sociedade Caritativa e Humanitária S:S:C:H - Foto tirada 7 meses após sua fundação)

A instalação solene da Seleta Quadro de Navirai aconteceu em cerimonia publica, no antigo Cine Naviraí,quando estiveram presentes associados de todos os quadros de Mato Grosso do Sul, tendo presidido o evento, Natalicio Abraão, Presidente do Grande Quadro da época.

Dia 11 de Novembro também se comemora a Festa de aniversário da Seleta.


Grato!

Hércules L Borges
herculeslb@msn.com
herculeslb@gmail.com

Fonte: Ensaios para uma história - Maria de Lourdes Silva Colado Barreto

Educação/Ensino em Navirai (Inicio)


Em 1967, tem inicio o ano letivo do Ginásio Estadual de Naviraí (hoje Presidente Médici) com a 1ª série ginasial.
Esta sala de aula funcionava no prédio onde se encontrava o Super Mercado Casa Rosa, na rua Alagoas.
A fim de contratar professores, o então Prefeito Municipal, Sr. Antonio Augusto dos Santos, enviou o Sr. José Molina a Tupi Paulista, cidade do Interior de São Paulo, para entrar em contato com alunos formados da Escola Normal daquela cidade.
Contactados, vieram para assumir aulas em Naviraí, no ano de 1968, os seguintes professores: Julio Garcia Gagnin, Luiz Aparecido de Oliveira, Valdimiro Araujo de Souza, Gilberto Alvaro Pimpinatti, Silvio Fernandes, Mario Pimpinatti e Antonio Fernandes. Também o Prof Natalicio Serpa, que veio de Campo Grande.
O prefeito se propos fonecer na época, aos professores, casa e ajuda financeira, até que o estado acertasse seus vencimentos.
O contrato do professor correspondia a 10 meses, ou seja, de Março a Dezembro.
Era direitor do Ginásio Estadual, em 1967, o Sr. Ludovico da Riva, que permaneceu até 1968.
Em 1969, Assume o cargo a Profª Rose Helena Meireles, até julho de 1970.
Em agosto de 1970 é investido no cargo de diretor, o Prof. Paulo Hamilton dos Santos Marinho, que permaneceu até 1972.
Os professores do Ginásio Estadual nesta época foram: Valdimiro de Araujo, Gilberto Alvaro Pimpinatti, Mario Pimpinatti, Luiz A de Oliveira, Teresinha Adalcy da Silva, Lourdes Elerbrock, Julio Gagnim, Adélia Dambrosk, Silvio Fernandes, Antonio Fernandes, Geraldo Goulard Lopes, Osmar Marqueti, Venice de Oliveira, Yole Dorneles.
Respondia pela Secretaria a Srta Vera Ferreira.
O Curso Primário funcionava em salas de aulas isoladas. Eram conhecidas como Escolas Reunidas de 1º grau.
(Ao fundo Casas que serviam como Escola/salas de aulas)
(Todas as Crianças Reunidas em 1967 Depois do desfile de 07 de Setembro)

A primeira professora contratada pela prefeitura foi Marli A. Marques, que aos 14 anos enfrentava uma sala de aula.
Em 1964, ja exercia suas funções como professora leiga, Adélia Domboski.
Em 1968, foi iniciada a construção do Grupo Escolar Marechal Candido Rondon,
A principio com 8 salas; posteriormente foram acrescidas mais 8 salas. foi o predio onde se instalaou a Policia militar, local hoje do Novo Forum.
                       
(1.969 - Em 12 de Outubro. Festa em Comemoração ao dia das Crianças)
(Grupo Escolar Marechal Rondon - Escola construída onde hoje é o Novo Fórum)

Depois de concluido, passou a abrigar, este predio, o primário e o curso ginasial.
Em 1969, era o diretor do curos primário o Sr. José Molina.
Com a exoneração deste, assumo a direção o Prof. Gilverto Alvaro Pimpinatti, isto no ano de 1970.
Na secretaria da Escola as professoras: Giselda Alves da Silva e Kimie Sano Nakagawa, tendo como supervisores de ensino os professores Valdimiro Araujo de souza e João CArlos Pimpinatti.
No corpo Docente estavam lotados os seguintes professores:
Adélia Dambroski, Valdir Oriones Pimpinatti, Mario Pimpinatti, Tomásia Morel, Railda Giusti de Andrade,  Luiz Aparecido de Oliveira, Moacir Aparecido de Andrade, Maria Amélia da Silva, Marianice Pacola, Eini Aguiar, Nilza Ribas, Yole Dorneles, Maria JOsé Meireles, Geraldo Goulard Lopes, João Lopes e Loudes Elerbrock...
Até o ano de 1972, os professores do curso primário recebiam seus vencimentos tomando como base o numero de Alunos em sala de aula. Cada aluno na época correspondia a importancia de Cr$ 5,00 (cinco Cruzeiros).
E para efeito de vencimentos, os professores trabalhavam com 40 alunos. Apois os idefectiveis descontos a quantia a receber era de Cr$ 182,00 (cento e oitenta e dois cruzeiros)

Bom depois disso a história seguiu o seu curso normal...Agradeço a todos por curtirem este Espaço. espero que todos possam compartilhar com a história de Naviraí.

Caros amigos e Naviraienses; digo a todos que é uma satisfação poder colaborar com todos um pouco da História de Navirai, sei o quanto é difícil utilizar somente a internet para estas pesquisa.
Espero que estejam gostando, peço a todos que divulguem este trabalho.

Obrigado!

                  Hercules L Borges
                  herculeslb@msn.com
                  herculeslb@gmail.com

Fonte: Pesquisa em Revistas comemorativas de Navirai

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Naviraí e os anos 50.


           Dado como marco inicial para a construção de Naviraí o ano 1952; nos anos seguintes, Naviraí já começava a dar indícios que logo deixaria de ser uma simples gleba para se transformar numa frondosa cidade a qual compensaria acreditar num futuro prospero.
            Como de fato hoje podemos ver e entender a força daqueles visionários de ontem que iniciaram suas primeiras construções para se alojarem com suas famílias e investirem numa vida melhor.
      Em 1953, numa visão ampla, instalaram-se as primeiras indústrias madeireiras no município. Devido a abundância de madeiras nobres, muitos madeireiros chegaram, e se instalaram, aproveitando o ótimo momento para a exploração de Madeira, pois para a construção da Nova Naviraí, precisaria destas derrubadas de arvores para abrirem caminhos para estradas, e dar os traçados dos primeiros loteamentos.
       Nesta época Naviraí chegou a ter 44 (quarenta e quatro) industrias madeireiras instaladas trabalhando dia e noite.
            Já no inicio da segunda metade dos anos 50, iniciava-se a construção de estrada que ligava Naviraí a Dourados, naquela época utilizou-se apenas o serviço de encascalhamento, não sendo ainda feita o asfaltamento da mesma.
             Navirai expandindo em acelerado progresso, viu o senhor José Rodrigues Simões iniciar o seu trabalho como dentista pratico, sendo então considerado o primeiro dentista a ter seus trabalhos iniciados na nova cidade que estava já dando os seus primeiros passos depois de nascida em 1952.
       A gleba de Navirai se vendo em crescimento, viu-se a necessidade de construírem as primeiras salas de aulas para atenderem a todas as crianças dos primeiros moradores que juntas viram tanto o crescimento de si mesmas como também da maravilhosa Naviraí, o ano era 1955.
            Neste mesmo ano, tem-se registrado a primeira procissão com a imagem de nossa senhora de Fátima, trazida pela Senhora Helena dos Santos da Riva, esposa de um dos fundadores da cidade, o senhor Ariosto da Riva.
           Segundo consta registrado, que a senhora Helena trouxe em uma de duas viagens feita de São Paulo a Naviraí, em cumprimento a uma promessa feita depois do êxito dos projetos de seu esposo.
(Procissão com a Imagem de Nossa Senhora de Fátima)
(Intronização - Procissão)
               E assim foi posta a Nossa Senhora de Fátima como padroeira da cidade.
Seguiram-se os anos, e em 1958, Naviraí estava já sendo elevada a Categoria de           
Distrito de Paz, através da Lei nº 1915, de 21 de novembro de 1958, sendo pertencente então ao Município de Caarapó.
          Foram nomeados o senhor Belirio Pereira de Souza 1º escrivão, e assim também noemado o 1º juiz de paz e Casamentos o senhor José Candido de Castro além da nomeação do sub-delegado de Policia o Senhor Antonio Augusto dos Santos.
            Assim descrevo a primeira década de Naviraí, muitos acontecimentos não foram possíveis transcrever, mesmo por que é necessário um levantamento mais a finco com uma investigação mais elevada, com fatos a serem buscadas diretamente da fonte, ou seja, dos antigos moradores e fundadores de nossa cidade.

Espero ter suprido com as expectativas em relatar esta primeira década.

Grato!
Hércules L Borges
herculeslb@msn.com
herculeslb@gmail.com

Fonte>Revistas comemorativas e artigos publicados Prof Paulo Hamilton

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A história de Navirai inicia-se assim...


Numa cidade do interior de São Paulo chamada Vera Cruz, homens idealistas resolveram criar uma firma comercial, denominada “colonizadora Vera Cruz Ltda”, sendo esta registrada na Egrégia Junta Comercial do Estado de São Paulo, sob o nº 206.916.
Formada por 18 (dezoito) sócios, tendo a sua frente como diretores: Ariosto da Riva, Batista Otoboni e Vicente Geraldo Scarabotolo.
Com firma legalizada, batista Obotoni viajou para o Estado do Mato Grosso em companhia de Antonio Augusto dos Santos, também sócio e fundador da colonizadora, a fim de efetuarem a compra de terras e de procederem a loteamentos.
Adquiriram duas glebas “Bonito” e “Naviraí”, que eram de propriedades do Sr. Francisco Bertoni e Dª Aracilda Bertoni.
Foram feitas as Inscrições de nº 1.150 e 1.151, no cartório de registro de imóveis da comarca de Dourados.
Viajando em um jipe, chegaram a Ponta Porá onde contrataram os serviços do engenheiro André Juan Granja, para o trabalho de loteamento.
Acontece que descendo mais para o sul, até onde terminava a estrada carreteira, deixaram o jipe no sitio do Sr. Ângelo Fernandes, distante 30 km da gleba Naviraí e assim partiram a cavalo.
Tomando conhecimento das terras, a primeira providencia foi a construção de um abrigo, e depois, de picadas no meio do mato, afim de possibilitar o transito de veículos.
Posteriormente, abriram uma clareira que possibilitasse o pouso de pequenos aviões.
Isto ocorreu em meados de 1.952, quando aterrissou aqui o primeiro avião.
Neste mesmo ano iniciaram-se as primeiras construções de ranchos (sapê e troncos de madeiras), para a instalação das primeiras famílias, local este inicialmente ocupado por índios de etnia Guarani.
Estas famílias chegaram por meio de barcos através do Rio Amambaí.
Contudo, neste mesmo ano, chega para residir junto as primeiras famílias o Dr. Yoshio Shinozaki, popularmente conhecido por “doutorzinho”, pois era formando em medicina no Japão, e mesmo sem autorização de exercer a profissão naquela época no Brasil, o Dr. Yoshio prestou relevantes serviço no atendimento a população que residia na gleba Naviraí.
Este foi o primeiro ano, de muitos que se iniciavam para a construção de Naviraí.
 
                            (Gleba Naviraí - Primeiras construções)
(Foto: Pioneiros/um dos primeiros pousos  de avião em Naviraí)

Fonte: Livro Ensaios para uma Historia.
           Artigos publicados Prof, Paulo Hamilton.

GÊNESE "No Inicio"


No inicio era apenas uma mata. Densa, sombria, cobrindo com o seu manto a terra fértil.
Era uma Mata de arvores centenárias, com copas frondosas que se entrelaçavam no alto.
Por entre suas galhadas filtravam tímidos raios de sol. Miríades de flores multicoloridas desciam os cipós e atapetavam o solo.
Ao nascer do sol, o canto estridente da araponga colocava a mata em uma enorme agitação.
Um sem números de pássaros habitavam jabuticabeiras do mato carregadas de frutos que os alimentavam, assim como os pequenos animais.
Bandos de pequenos macacos brincavam despreocupados e os mais diversos tipos de animais circulavam, em plena liberdade, por entre as árvores: pacas, onças, veados, capivaras e dentre outros animais...
Pequeno rio de águas frescas e cristalinas corria sobre os seixos. Era ali que os habitantes dessa mata saciavam a sede ou pescavam seus alimentos.
Com o entardecer, o som alucinante do canto dos pássaros dava adeus ao sol que avermelhava o grande horizonte. E como era doce a chegada da noite... No firmamento, milhões de luzeiros: a paz era total.
De repente... Um som diferente reboava diferente na mata.
O bando de macacos barulhentos se cala. Fica no ar o grito da araponga. A pequena corça estaca seus passos, levanta a cabeça e sente o ar o cheiro estranho do Homem...
Muito devagar, passos decididos se aproximam.
Vozes, barulhos de machados, galhos sendo arrancados, arvores sendo derrubadas.
Vindos de lugares distantes, com a grande esperança de dias melhores, com vontade férrea de trabalhar e construir seus lares chegava nesta terra os pioneiros. Chegou para plantar, colher, conviver com animais, construir seus lares e de seus filhos, na mesma terra onde os índios guaranis já haviam habitado, sendo que alguns ainda permaneciam aqui.
O pequeno rio de águas cristalinas já havia recebido dos guaranis o nome de NAVIRAÍ.
E assim ficou sendo chamada gleba de Naviraí.
Isto ocorreu no inicio dos anos de 1950. 
(foto: inicio das derrubadas  para a construção de casas)

Fonte: Livro Ensaios para uma História

Iniciando...


Ainda nos tempos de Escola, aprendi o conceito de que História é a ciência que estuda a vida do homem através dos tempos.
Tenho bebido destas águas da história desde que entendi este conceito, pois todo homem deve conhecer sua história e origem, não apenas para visualizar como foram seus ancestrais e quais foram suas derrotas ou conquistas, mas também a aprender com eles, por meio da história.
Desta forma meus amigos, inicio aqui este trabalho com a imensa satisfação em poder compartilhar e passar adiante um pouco da história do município de Navirai, desde a sua fundação até nos dias atuais, apresentando não só apenas o meio político, mas também mostrando a história no âmbito geral.
Sei bem que será um trabalho árduo, até mesmo porque utilizando um dos instrumentos mais avançados para pesquisa “internet” não é suficiente para resgatar toda a história, mas tenho certeza que este desafio será prazeroso, pois a paixão pela história faz qualquer trabalho para resgatar a memória um imenso regozijo.
 
Deixo aqui minhas estimas saudações a todos os Naviraienses.

Atenciosamente
Hércules Lopes Borges